O sono tem uma interferência direta no desempenho do trabalho, apesar de ser uma condicionante que é pouca lembrada ou mesmo desvalorizada, mas a verdade é que tem uma influência muito grande no desempenho eficiente das tarefas.
O ideal é dormir cerca de 8 horas a cada 24 horas para que o organismo realize todas as funções determinantes do seu corpo.
Uma noite mal dormida tem como consequências o Cansaço, raciocínio lento, queda na produtividade e dores de cabeça, afetando a produtividade e aumentando a probabilidade de ter acidentes de trabalho. Quando o cérebro não descansa o suficiente o foco não é o mesmo, podendo mesmo incapacitar o trabalhador para tarefas mais minuciosas, ou mesmo perigosas que podem dar origem a acidentes de trabalho graves.
A falta de repouso também é uma porta aberta para fazer com que o trabalhador tenha um sistema imunológico mais baixo, podendo dar origem a outros problemas de saúde, originando ao absentismo e as baixas médicas, o que traz prejuízo tanto para o trabalhador, como para a entidade patronal.
Existem vários sinais de alerta que devem ser observados com maior atenção, tais como:
- Dificuldade de concentração;
- Sonolência diurna excessiva;
- Lentidão na realização das tarefas;
- Bocejar constante;
- Quebra de produtividade…
É importante a Entidade Patronal fazer uma avaliação da qualidade de sono dos seus trabalhadores verificando através de escalas próprias para o efeito, onde são rastreados os hábitos existentes e formas de solucionar os problemas associados à qualidade do mesmo.